quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Olá caríssimos


Hoje não tenho nada de bom nem de ruim para contar, como em um dia normal, em levantei e vim para a faculdade, aqui corri o tempo todo atras de trabalhos que a um tempo estão atrasados, apresentei em conjunto com a sala um seminário dialogado, uma proposta pedagógica de uma de nossas professoras, que por pior que se possa classificar os resultados, foi muito produtivo! Conseguiu com que toda a classe se entrosasse cada um com seu tema, no entanto, todos imbricados uns nos outros. Foi muito bom! Não almocei, hehehehe, mas fiz um lanche na cantina e como não podia faltar inseri na soma da nota a ser paga, um generoso café, tanto na quantidade, quanto nos efeitos em minha pessoa, um eterna sonolenta ( sim eu acho que o café me desperta um pouco!). Agora estou na biblioteca esboçando um trabalho, mas creio que é trabalho demais para minha mente por hoje. O que queria agora?
Uma janta feita pela minha mãe, e dormir muuito... rs' Mas essa pratica não se aplica à minha realidade, por enquanto, muahahaha! Nas férias quero tirar o atraso do sono! Queria também ouvir as discussões familiares, que em um segundo se tornam enfadonhas, mas que nesse momento em especial, me dão saudade de todos, e de suas expressões tão altivas em momentos de discussão, talvez seja nesse momento em que as pessoas devessem nos conhecer, pois assim teriam diante de sí a face de uma verdadeira fera, ou quase isso! rs'
Também queria não me santir tão insegura, com relação a tudo! Pensando que em cada atitude que tenho piso em ovos e que esses estão por rachar! 
Mesmo estando entre algumas pessoas, sinto falta de um contato que não sei explicar, a religião interferiria aí e tentaria dizer que preciso me afixar a fé no deos/Deus ou algo semelhante , e alguns que creem em comportamentos me diriam que devo propiciar o contato e tentá-lo sempre mais, alguns que acreditam na minha constituição mais arcaica diriam que estou revivendo situações de abandono e de necessidade de aprovação em face de um perigo iminente de uma possível separação adicta a essa primeira.
Na verdade pode ser tudo isso, que seja, o que realmente é palpavel, ou não ( para externos) é meu medo, meu tédio, meu sentimento de incapacidade, minha segura insegurança.
Eles estão sempre aqui e, vez por outra, vão tomar um café, e voltam revigorados e onipotentes, se existe uma certeza é de que eles existem e exigem, cada vez mais de mim. Me tiram as energia e levam pra onde não sei.

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